A história não repete...
A cena não volta atrás...
Não existe o botão “pause” para podermos congelar os momentos ao qual julgamos serem os melhores momentos da nossa vida e mesmo sem escolha escolhemos seguir em frente.
Não vejo aquela criatura desde o ano passado e foi a ultima vez que ficamos e que seria realmente improvável nos ficarmos outras vezes, pois, acabei falando a palavrinha magica “Nunca” não a palavra realmente mas, falei muitas coisas para ele e outras coisas ficou somente aqui dentro e acabou se transformando em alguns versos... Confesso que doeu mais em mim, sei que estou sendo egoísta em falar sobre isso assim, mas as verdadeiras dores nós só sabemos sua real proporção sentindo na pele...
O plano era seguir em frente... Esperaê, o plano É seguir em frente, mas isso só esta sendo possível sem aquelas pessoas “microndas” que mesmo que a relação entre nos esfrie sempre acho ser uma boa idéia “requentar” esquecendo que as mudanças não ocorrem tão rápido assim e na maioria das vezes essas mudanças nem chegam a ocorrer...
A ultima “requentada”
foi com a pessoa do inicio do texto, com uma relação fadada ao fracasso desde o
inicio, quando eu não sabia quem era o tal garoto que foi visitar o J.U.C... Era
para continuar sendo apenas um desconhecido, mas, eu tinha que inventar em
ficar com o garoto pela primeira, segunda e a quinta vez para perceber que a
coisa não engrenava ficava no “chove não molha” e nunca sairia disso até que resolvi dar um basta definitivo nele
e na historia toda.
Ø Seguir em
frente... Sem dar um peso para histórias, cenas e momentos maior que esses
realmente tem.
Ø Seguir em
frente... Sem ter relações “requentadas” e não acreditar demais nas falsas
mudanças.
Ø Seguir em
frente...
